O Grande Conflito - EGW
A imutável Lei de Deus 391 ignoram o próprio princípio que os separa de Roma, de que — “A Bíblia, e a Bíblia só, é a religião dos protestantes.” Os romanistas podem ver que estão enganando a si mesmos, fechando voluntari- amente os olhos para os fatos em relação ao caso. À medida que ganha terreno o movimento em favor do repouso dominical obriga- tório, eles se regozijam, na certeza de que, por fim, todo o mundo protestante será reunido sob a bandeira de Roma. Os romanistas declaram que “a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autori- dade da Igreja [Católica].” — Plain Talks About Protestantism. A imposição da guarda do domingo por parte das igrejas protestantes é uma obrigatoriedade do culto ao papado — à besta. Os que, compre- endendo as exigências do quarto mandamento, preferem observar o [449] sábado espúrio em lugar do verdadeiro, estão desta maneira a prestar homenagem ao poder pelo qual somente é ele ordenado. Mas, no próprio ato de impor um dever religioso por meio do poder secular, formariam as igrejas mesmas uma imagem à besta; daí a obrigatori- edade da guarda do domingo nos Estados Unidos equivaler a impor a adoração à besta e à sua imagem. Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, não exce- tuando a comunhão católica romana, que crêem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade. Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um pre- ceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma, e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou. Ado- rará a besta e a sua imagem. Ao rejeitarem os homens a instituição que Deus declarou ser o sinal de Sua autoridade, e honrarem em seu lugar a que Roma escolheu como sinal de sua supremacia, aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma — “o sinal da besta.” E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo, e este seja levado a optar entre os mandamentos
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