Contagem Regressiva - Livro do ano de 2026
56 CONTAGEM REGRESSIVA Pode até destruir lares e vidas jovens como a daquele rapaz, mas o ini- migo será finalmente destruído. O SEXTO FLAGELO E O ARMAGEDOM No capítulo anterior, deixamos propositadamente de mencionar o sexto flagelo para ser visto aqui com mais detalhes, porque este diz res- peito ao evento nomeado como Armagedom. O texto bíblico o apresenta da seguinte maneira: “O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates. As águas do rio secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do Oriente. Então vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro a fim de ajuntá-los para a batalha do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. […] Então ajuntaram os reis no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Apocalipse 16:12-14, 16). O fato de a palavra “Armagedom” significar “monte deMegido” fez com que muitos intérpretes da Bíblia concentrassem a atenção no Oriente Médio como possível local da última batalha dos séculos. Se acrescen- tarmos a isso o fato de que os países localizados naquele território estão constantemente em guerra, é fácil acreditar que uma batalha literal, de proporções mundiais, entre o Oriente e o Ocidente será o cumprimento dessa profecia bíblica. Entretanto, devemos nos lembrar de que o grande conflito universal teve início no Céu com a rebelião de Lúcifer. Portanto, a grande guerra do Armagedom, que é o desfecho dessa batalha ante- rior, não é fundamentalmente uma guerra literal de implicações políti- cas, e sim uma guerra espiritual de consequências eternas. Existe um inimigo tentando desestabilizar o governo divino. Ele ata- cou o trono de Deus no Céu, perdeu a batalha e foi expulso com a terça parte dos anjos, a quem conseguiu enganar. Apresentou-se, depois, no jardim do Éden e enganou Adão e Eva. Fez com que eles duvidassem do amor do Criador. Direcionou a adoração para a própria criatura e desvir- tuou a Palavra de Deus. Aparentemente tinha vencido. Mas ele não con- tava com o plano da salvação, segundo o qual Jesus viria a este mundo para resgatar o ser humano e restaurar nele o caráter divino, que havia sido deformado pelo pecado.
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